domingo, 8 de maio de 2011

                ' Nazi-fascismo: a caminho de uma nova guerra '

       O século XX viveu um fenômeno sociopolítico que conduziu a uma guerra de caráter global com altíssimo poder de destruição. Entre os anos 1920 e 1940,desenvolveram-se,na Europa,ideologias de caráter nacionalista militarizadas ao extremo , com lideres pessoais fortes , que pregavam a existência de raças superiores e buscavam respaldo científico para seus princípios . O nazismo , surgido na Alemanha , e o fascismo , na Itália , posteriormente aliaram-se em termos políticos e bélicos , dando origem a um conjunto de experiências hitóricas chamadas de nazi-fascismo.
       
              O pessimismo que tomou conta da Europa 

Na Europa das décadas de 1920 e 1930 , desesperança  grassava em razão da Primeira Guerra e da Grande Depressão.A reconstrução física e moral era necessária , mas a fome , o desemprego , a inflação - a crise generalizada - alimentavam uma aura de pessimismo e desesperança. O sistema democrático parlamentar que vigia em vários países ficou desgastado , e o livre comércio ficou desacreditado .

              Contra o pessimismo, a mobilização e o                nacionalismo 

 A sociedade buscava novos parâmetros para resolver os problemas que se avolumavam e , além da construção de um modelo de Estado interventor , a radicalização política foi uma das formas que algumas nações européias encontraram de acreditar que seria possível reestruturar suas bases.
  Primeiro ,houve um processo de radicalização à esquerda , experimento com a Revolução Russa que parecia dar resultado,visto que a União Soviética não viveu o retrocesso econômico dos anos 1930 como os demais países europeus. Mas no início do anos 1920,também ideologias  radicais de direita surgiram como uma alternativa ao modelo liberal e democrático,cuja crise se agudizava .

      

quinta-feira, 5 de maio de 2011

            'Breve Fechamento do Capitulo V
Nazi-fascismo : a caminho de uma nova guerra '

quarta-feira, 4 de maio de 2011

                                      Crise Mundial de 1929
Após a primeira guerra mundial (1918), os EUA era o país mais rico do planeta.

De 1920 até 1929, os americanos iludidos com essa prosperidade aparente, compraram várias ações em diversas empresas, até que no dia 24 de outubro de 1929, começou a pior crise econômica da história do capitalismo.

Vários fatores causaram essa crise:
- Superprodução agrícola: formou-se um excedente de produção agrícola nos EUA, principalmente de trigo, que não encontrava comprador, interna ou externamente.
- Diminuição do consumo: a indústria americana cresceu muito; porém, o poder aquisitivo da população não acompanhava esse crescimento. Aumentava o número de indústrias e diminuía o de compradores. Em pouco tempo, várias delas faliram.
- Livre Mercado: cada empresário fazia o que queria e ninguém se metia.
- Quebra da Bolsa de Nova York: de 1920 a 1929, os americanos compraram ações de diversas empresas. De repente o valor das ações começaram a cair. Os investidores quiseram vender as ações, mas ninguém queria comprar. Esse quadro desastroso culminou na famosa “Quinta-Feira Negra” (24/10/1929 – dia que a Bolsa sofreu a maior baixa da história).
Muitos empresários não sobreviveram à crise e foram à falência, assim como vários bancos que emprestaram dinheiro não receberam de volta o empréstimo e faliram também.
A quebra da bolsa trouxe medo, desemprego e falência. Milionários descobriram, de uma hora para outra, que não tinham mais nada e por causa disso alguns se suicidaram. O número de mendigos aumentou.

Em 1930, a crise se agravou. Em 1933, Roosevelt foi eleito presidente dos EUA e elaborou um plano chamado New Deal. O Estado passou a vigiar o mercado, disciplinando os empresários, corrigindo os investimentos arriscados e fiscalizando as especulações nas bolsas de valores.

Outra medida foi a criação de um programa de obras públicas. O governo americano criou empresas estatais e construiu estradas, praças, canais de irrigação, escolas, aeroportos, portos e habitações populares. Com isso, as fábricas voltaram a produzir e vender suas mercadorias. O desemprego também diminuiu. Além disso, o New Deal criou leis sociais que protegiam os trabalhadores e os desempregados.
 O New Deal alcançou bons resultados para a economia norte-americana.
Essa terrível crise que atravessou a década ficou conhecida como Grande Depressão.
Os efeitos econômicos da depressão de 30 só foram superados com o inicio da Segunda Guerra Mundial, quando o Estado tomou conta de fato sobre a economia ajudando a ampliar as exportações. A guerra foi então, uma saída natural para a crise do sistema capitalista

              Relatório - Seminário (25/04 e 26/04)

República da Espada. (Mariane e Daniel)

O período inicial da república brasileira - 1889 a1894 - é conhecido como aRepública da Espada, sendo o sistema de governo responsável pelo fim da Monarquia Brasileira e instaurando aquele que por muitos é considerado o primeiro governo ditatorial do Brasil.
Foi uma ditadura militar governado por dois militares, os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

República Oligárquica - Coronelismo e Política Café com Leite. (Mariana C. e Tauana)

O coronelismo foi uma espécie de ditadura mandada por coronéis, ou seja, famílias ricas. Eles usurfruiam de seu poder através do: volta do cabresto, política dos governadores, fraude eleitoral, e a famosa política do café com leite. 

Revolta da vacina e chibata. ( Gabriel e João Moraes)

A chamada Revolta da Vacina ocorreu de 10 a 16 de novembro de 1904 na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. O motivo que desencadeou esta foi a campanha de vacinação obrigatória, imposta pelo governo federal, contra a varíola.
A Revolta da Chibata foi um movimento de militares da Marinha do Brasil.Na ocasião rebelaram-se cerca de 2400 marinheiros contra a aplicação de castigos físicos a eles impostos ameaçando bombardear a cidade do RJ.

Movimento Operário Brasileiro e Semana da Arte Moderna(Thaillan, Fabrícia e Valdelício)

Mediante a incompetencia do governo, uma greve de maiores proporções foi organizada em 1917, mais uma vez, em São Paulo. Os trabalhadores dos setores alimentício, gráfico, têxtil e ferroviário foram os maiores atuantes nesse novo movimento.
A Semana de Arte Moderna de 22, realizada entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, contou com a participação de escritores, artistas plásticos, arquitetos e músicos.


O tenentismo e a coluna prestes. (Rayla e Vanessa)

A "Grande Marcha" de 1925 a 27 foi o ponto culminante de um movimento militar, denominado de Tenentismo. Esse movimento armado visava derrubar as oligarquias que dominavam o país e, desenvolver um conjunto de reformas institucionais, eliminando os vícios da República Velha.
Coluna Prestes = insatisfação com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público e a obrigatoriedade do ensino primário para toda população.

O rompimento da Política Café com Leite e o início da Revolução de 1930. (João Victor e Joane)

O presidente Washington Luís rompe o acordo da política do café com leite, indicando como candidato a Presidência da República o paulista Julio Prestes, quando na verdade o candidato natural seria o mineiro Antonio Carlos de Andrade e Silva. 
A Revolução de 1930, que pôs fim à Primeira República, foi, para muitos historiadores, o movimento mais importante da história do Brasil do século XX. 

A História de Canudos. (Rafael e Lucas)

Em 1893 é fundado um arraial, denominado Canudos, numa fazenda de criação de gado nas proximidades do rio Vaza-Barris. Este arraial era comandado por Antônio Conselheiro que auxiliava as famílias no período castigante da seca e do sol, dando-lhes amparo moral e religioso, além de pregar contra o regime republicano que ofendia as leis de Deus. Era considerado o Santo Antônio Aparecido por seus adeptos. 

A história do cangaço. (Pollyana e Ítalo)

O cangaceiro - um deles, em especial, Lampião - tornou-se personagem do imaginário nacional, ora caracterizado como uma espécie de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres, ora caracterizado como uma figura pré-revolucionária, que questionava e subvertia a ordem social de sua época e região. 

A guerra do contestado. (Eu e Brunna)

O conflito durou entre 1912 a 1916. Em regiões povoadas por sertanejos. Na divisa entre Santa Catarina e o Paraná. 
Um monge, conhecido como José Maria institui vários povoados por autoridade própria. Ignorando qualquer mandado vindo da República Velha. 
Esses povoados ficam conhecidos como contestado. E o conflito ganha feição messiânica, sendo conhecido também como Guerra Santa.

Revolução Russa (Fichamento)
A Rússia promoveu uma experiência revolucionária que marcou a trajetória do século XX. Já no século XIX, Karl Marx indicava que as desigualdades do sistema capitalista abririam portas para que as massas trabalhadoras viessem a tomar o poder. No entanto, a convocação dos trabalhadores em torno dos ideais de Marx parecia ser uma possibilidade remota em face ao desenvolvimento dos Estados liberais enriquecidos pelo favor dado às classes burguesas.


No entanto, a ocorrência da Primeira Guerra Mundial veio a trazer uma possibilidade revolucionária que estremeceu essa ordem cingida pela burguesia capitalista. No começo do século XX, a Rússia vivia um momento histórico onde as desigualdades sociais instaladas fizeram com que camponeses e operários se mobilizassem politicamente. Nos campos, os trabalhadores rurais viviam em condições lastimáveis legitimadas por um governo que preservava os privilégios feudais da classe aristocrática.


Nas cidades, a burguesia tinha um papel político limitado e não tinha apoio devido para a configuração de uma economia industrializada. O parque industrial desenvolvido na Rússia, em grande parte, era fruto da entrada de capitais de investimento estrangeiros interessados em ampliar mercados e reduzir custos de produção. A classe operária, proveniente do tímido processo de industrialização, não tinha força política suficiente para exigir direitos.


Os gastos com a Primeira Guerra agravaram a situação econômica do país, potencializando o clima de insatisfação e mudança. Os sovietes, grupos de organização dos trabalhadores, se transformaram em grandes centros de discussão política. A partir da organização dessas pequenas unidades, a revolução foi possível e instituiu um novo poder na Rússia. Depois de consolidada, as teorias socialistas tiveram que se defrontar com os desafios mais imediatos de uma situação histórica nunca antes vivenciada.


Segundo alguns pensadores, o que se viabilizou no interior da Rússia foi um Estado cada vez mais distanciado dos princípios pautados por Marx e Engels. O Estado ganhou cada vez mais força, impedindo o florescimento de uma sociedade comunista. Mesmo não podendo constatar uma resposta conclusiva para tal perspectiva, não podemos deixar de vislumbrar como esse fato histórico inspirou outros movimentos de caráter socialista e comunista ao redor do planeta.
Primeira Guerra Mundial 


Entre os anos de 1870 e 1914, o mundo vivia a euforia da chamada Belle Epóque (Bela Época). Do ponto de vista da burguesia dos grandes países industrializados, o planeta experimentava um tempo de progresso econômico e tecnológico. Confiantes de que a civilização atingira o ápice de suas potencialidades, os países ricos viviam a simples expectativa de disseminar seus paradigmas às nações menos desenvolvidas. Entretanto, todo esse otimismo encobria um sério conjunto de tensões.


Com o passar do tempo, a relação entre os maiores países industrializados se transformou em uma relação marcada pelo signo da disputa e da tensão. Nações como Itália, Alemanha e Japão, promoveram a modernização de suas economias. Com isso, a concorrência pelos territórios imperialistas acabava se acirrando a cada dia. Orientados pela lógica do lucro capitalista, as potências industriais disputavam cada palmo das matérias-primas e dos mercados consumidores mundiais.


Um dos primeiros sinais dessa vindoura crise se deu por meio de uma intensa corrida armamentista. Preocupados em manter e conquistar territórios, os países europeus investiam em uma pesada tecnologia de guerra e empreendia meios para engrossar as fileiras de seus exércitos. Nesse último aspecto, vale lembrar que a ideologia nacionalista alimentava um sentimento utópico de superioridade que abalava o bom entendimento entre as nações.


Outra importante experiência ligada a esse clima de rivalidade pôde ser observada com o desenvolvimento da chamada “política de alianças”. Através da assinatura de acordos político-militares, os países europeus se dividiram nos futuros blocos políticos que conduziriam a Primeira Guerra Mundial. Por fim, o Velho Mundo estava dividido entre a Tríplice Aliança – formada por Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália – e a Tríplice Entente – composta por Rússia, França e Inglaterra.


Mediante esse contexto, tínhamos formado o terrível “barril de pólvora” que explodiria com o início da guerra em 1914. Utilizando da disputa política pela região dos Bálcãs, a Europa detonou um conflito que inaugurava o temível poder de metralhadoras, submarinos, tanques, aviões e gases venenosos. Ao longo de quatro anos, a destruição e morte de milhares impuseram a revisão do antigo paradigma que lançava o mundo europeu como um modelo a ser seguido.